Os Estados Unidos seguem entre os destinos mais desejados do mundo, seja para turismo, estudo ou negócios. E em 2026, com mais gente viajando e uma tendência de fiscalização mais rígida em alguns pontos de entrada, vale ir com a documentação bem organizada.
Neste guia, você vai ver o que é obrigatório, o que é altamente recomendado e o que pode ser solicitado na imigração, além de um resumo sobre vacinas e saúde.
Checklist rápido (o que levar)
Obrigatórios para brasileiros (turismo/negócios)
- Passaporte válido
- Visto americano válido (na maioria dos casos, B1/B2)
- Declaração alfandegária (quando aplicável na sua chegada)
Altamente recomendados (podem ser pedidos)
- Passagem de volta (ou continuação da viagem)
- Comprovante de hospedagem (hotel/Airbnb) ou endereço/carta convite
- Comprovação financeira (cartões, saldo, limites, extratos)
- Roteiro e informações básicas da viagem (datas, cidades, onde vai ficar)
- Seguro viagem (não é obrigatório, mas é muito recomendado)
Quais documentos são obrigatórios para entrar nos EUA em 2026?
Brasileiros precisam de passaporte válido e visto americano válido (geralmente B1/B2 para turismo). Sem esses dois documentos, o embarque já pode ser negado no Brasil.
1) Passaporte: qual validade é aceita?
De forma geral, os EUA aplicam a regra de “até 6 meses além do período da viagem”, mas há exceções por acordos.
O próprio Consulado/Embaixada dos EUA informa que cidadãos do Brasil são isentos da regra dos 6 meses e precisam apenas do passaporte válido pelo período da estadia.
Recomendação prática: mesmo com a isenção, se seu passaporte estiver perto de vencer, viajar com 6 meses ou mais de validade costuma evitar dor de cabeça em conexões e check-ins.
2) Visto americano (turismo/negócios)
Para turismo e negócios, brasileiros normalmente viajam com o visto B1/B2 (ou outro tipo, dependendo do objetivo). Você deve estar com o visto válido no passaporte. Se o visto estiver no passaporte antigo, leve o passaporte vencido com o visto + o novo passaporte válido.
- Taxa consular atual: US$ 185.
- Validade comum para brasileiros: 10 anos.
Dica importante: prazos de entrevista e disponibilidade variam bastante. Organize isso com antecedência. Veja o passo a passo de como tirar o visto americano clicando aqui.
Declaração alfandegária (Formulário 6059B): ainda existe? Como faz?
Precisa preencher declaração alfandegária? Sim, ao entrar nos EUA você deve declarar itens e compras quando solicitado.
Você pode encontrar formatos diferentes de declaração dependendo do aeroporto de chegada, formulário em papel, totens de autoatendimento (kiosks) ou sistemas digitais da Alfândega e Proteção de Fronteiras dos EUA (CBP), órgão responsável pelo controle de entrada no país.
O mais importante é declarar corretamente compras, valores e itens agrícolas ou alimentos. Omissão pode gerar multa ou retenção.
Sobre o Mobile Passport Control (MPC): O MPC pode dispensar o papel, mas não é para todo mundo. Em regra, ele é voltado a cidadãos dos EUA, residentes permanentes, canadenses B1/B2 e viajantes do Visa Waiver Program (ESTA) que já tenham viajado antes, entre outros critérios. Ou seja: a maioria dos brasileiros com visto B1/B2 não usa MPC.
Documentos altamente recomendados (não obrigatórios, mas importantes)
Embora não sejam exigidos formalmente para todos, algumas informações e documentos ajudam muito para uma entrada tranquila.
O que a imigração dos EUA pode perguntar ou pedir para ver?
Mesmo com tudo certo, o oficial pode fazer perguntas rápidas para confirmar que a viagem é compatível com seu visto e seu plano. Por isso, tenha em mãos:
- Comprovante de hospedagem (endereço do hotel/Airbnb ou da casa de quem vai receber)
- Informações básicas do roteiro (quanto tempo vai ficar o que vai visitar)
- Comprovação de vínculo com o Brasil (com o que trabalha, por exemplo)
- Passagem de volta
- Comprovantes financeiros (cartões, extratos, limites, dinheiro)
Não existe valor mínimo oficial, mas é esperado que você consiga comprovar que consegue custear sua estadia.
Seguro viagem para os EUA: vale a pena?
Não é obrigatório, mas costuma ser uma escolha inteligente. O sistema de saúde nos Estados Unidos é um dos mais caros do mundo, e uma situação simples pode gerar gastos de milhares de dólares.
Como o seguro viagem geralmente custa em torno de R$30 por dia, ele acaba funcionando como uma proteção importante: pode cobrir despesas médicas e hospitalares, além de imprevistos como extravio de bagagem, atraso de voo e até cancelamento da viagem em caso de emergência.
No fim, é um custo pequeno perto do risco, e ter essa cobertura também ajuda a viajar com mais tranquilidade, já que a imigração ver com bons olhos seu seguro de viagem.
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Mudou algo nas regras com o governo Trump?
Na prática, o que pode pesar mais para o viajante é uma triagem mais rigorosa, com mais perguntas e maior checagem da coerência entre o tipo de visto, o roteiro e o motivo da viagem.
Além disso, surgiram notícias sobre a ampliação de políticas mais restritivas para algumas nacionalidades em vistos de turismo e negócios. Como esse tipo de regra pode mudar, a orientação mais segura é conferir sempre as informações atualizadas nas páginas oficiais do Departamento de Estado dos Estados Unidos e da Embaixada e Consulados dos EUA no Brasil, que reúnem as orientações vigentes para cada tipo de visto e perfil de viajante.
Planeje sua viagem economizando nas passagens
Depois de organizar seus documentos, o próximo passo é encontrar uma boa oportunidade de voo. No Voelivre, você pode acompanhar preços em tempo real, criar alertas, usar filtros e explorar destinos com mais praticidade.
Confira abaixo ofertas para os Estados Unidos saindo de várias cidades do Brasil.
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Vacinas para entrar nos EUA: é preciso apresentar algum comprovante?
Atualmente, os Estados Unidos não exigem para turistas brasileiros o Certificado Internacional de Vacinação ou Profilaxia (CIVP), que comprova que você tomou a vacina contra a Febre Amarela nem o comprovante de vacina contra Covid-19.
Ainda assim, alguns cuidados são importantes.
Quando o certificado de vacinação (CIVP) importa realmente
Mesmo que os EUA não peçam certificado de vacinação contra febre amarela para turistas brasileiros, ele pode ser necessário se:
- Seu voo tiver conexão/escala em um país que exige o CIVP (por exemplo, escala no Panamá ou Colômbia), e
- Você for viajar depois para outro país que exige CIVP como parte do mesmo roteiro.
Nesses casos, sem o certificado, você pode ser impedido de seguir viagem.
Como funciona o certificado (CIVP)
- Após tomar a vacina contra Febre Amarela, o certificado passa a valer 10 dias depois.
- O documento é emitido pela ANVISA e pode ser obtido gratuitamente.
- Quem foi vacinado a partir de 30/12/2022 pode acessar o CIVP digitalmente pelo aplicativo ou site Meu SUS Digital.
- Se não encontrar o certificado pelo app, é possível solicitar pelo portal gov.br.
- O CIVP tem validade vitalícia, então você só precisa emitir uma vez.
Para confirmar se algum , consulte a no site da ANVISA.
Vacinas recomendadas para viagens internacionais
Mesmo sem exigência formal dos EUA, é altamente recomendável viajar com a vacinação de rotina atualizada.
Nos últimos anos, houve reforço especial para a tríplice viral (sarampo, caxumba e rubéola – MMR) devido ao aumento de casos em diferentes países e ao risco de transmissão em aeroportos e voos.
Entre as vacinas geralmente recomendadas estão:
- Difteria e tétano
- Hepatite B
- Tríplice viral (sarampo, caxumba e rubéola)
Dicas práticas
- Verifique todas as escalas do seu itinerário, não só o destino final.
- Tome a vacina pelo menos 10 dias antes do embarque.
- Guarde o comprovante de vacinação e baixe o CIVP no Meu SUS Digital.
- Consulte o site da ANVISA e as regras de cada país da sua rota antes de viajar
- Consulte a lista oficial de países que exigem o CIVP
- Mantenha a vacinação atualizada para proteger sua saúde e evitar contratempos durante a viagem.